terça-feira, 20 de outubro de 2015

Ruína




Ruína, argentina peregrina

A sina

Luzes de holofotes não são

Luzes de olhar

Adjacente, emerge indireto

Desconstrução, explosão descreve

A paisagem

O simbólico se funde no empírico tato sociológico

Encontra esperança tardia

Na anomalia do verbo

O câncer sintético das eras

Consome o cérebro

Não as quimeras

Tuas paredes de coragem

Cartilagens em fogo

Espanto e não sono

Como se houvesse algo de novo!

"?Donde están los niños?

Quedaste a recuerdos de trevas solas...

Dulces fabulas de navidad,

Sin sermones de la montanha!

Te vas a reir uno dia, si!

Asta tus ohos de Maria

Besos, cuerpos, sonidos musicales

Construciones miraculares

De la burguesa compadreria.

Mira en la mañana

"Adelante en el camino!"

Estilos, verbos, sons [imagenes]

Saudade a garimpar personalidade

Inspiração

Óculos linguísticos &

Estados mentais locais

Me gustán las palabras que sinceras

Los hermanos quisan cuerpos verdes

La essência rellenada

Língua portuguesa

Metáforas cafetinas na Argentina

Sina &

s

Anderson Carlos Maciel

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