segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Aéreo



Nuas asas
Falácia
Acácia
Raça
Poder

Noite adentro
Mar afora
Ao pôr da aurora
Silêncio!

Forma do coração
Para quê?

Algum adversário
Para vencê-lo
Zelo contrário
Ao salário
Que irei ter.

Escrevo
Teclo
Borro

Sempre
Sonho
Desperto

Coberto
Ao sul
Com o poncho
Cor da lua

Se escrita toda tua
Adversário que julga
As minhas pulgas

Sonhemos
Com a dissolução

O confronto
Do ponto
De fusão

Selo
O Elo
Martelo
Foice
Trouxe, neoliberal
Contentamento

Diante da bandeira
Honrar áureo idioma
Não brasileiro
Mas português.

Anderson Carlos Maciel

Nenhum comentário: