sábado, 20 de agosto de 2016

Desejo uma noite fria e chuvosa a todos. Estejam bem úmidos e gelados. Sócrates aconselhava, nos diálogos registrados e compostos por Platão, que devemos dominar essa natureza. Mais ou menos o que o Messias fez, na transição do império grego para o império romano.
Quero dizer com isso que não importa o frio e o tédio, é necessário inventar coisas para subsistir a honra e a virtude no dominar a natureza e calar seus impulsos em nossa constituição fisiológica da mesma forma que nos defendemos de argumentos em contrário aos nossos pontos que são de vista e não outra coisa. Sintam-se livres para comentar. Toda retórica carrega em si arte da palavra mais do que simples retornos de estados mentais refratários espionados na nossa pretendida estrutura morfológico-sintática da defesa do território que são os debates pretensamente intelectuais. Sob outro aspecto existe exercício fortuito da extração da verdade imbuído de valor científico na produção do bem-estar e dos direitos autorais que são legados para a humanidade no sentido de seu esclarecimento humano e espiritual. Eu escreveria mais sobre a política, caso a honra fosse mencionada como aparato moral constante, no trabalho, nos consultórios, nos hospitais e nos departamentos públicos de interesse relativo à minha possível docência.
Imagino um mundo real errático onde a mente projeta seu destino na medida da linguagem e toda ciência pauta-se de infortúnios semânticos no sentido do esclarecimento da verdade. No trabalho, na escola, na universidade, na família e na igreja somos convocados a participar com o lucro de nossos corações, e toda a técnica que desenvolvo é olhada e lida como se não formasse esferas de poder substanciadas pelo que me confere o título de bacharel e licenciado professor de Filosofia. O método é simples, claro e distinto. A princípio deixamos de acreditar em todas as coisas. A seguir deixamos de acreditar na instrução dos livros. A meditação purifica o pensamento até que a "Voz" pura do Criador se manifeste. Ele é a inteligência perfeita, em aparição sonora sobre o destino nosso subjetivamente tomado (vulgo abarcado e retirado) do convívio dos outros humanos. Após estes processos jurídicos todos em que seremos indenizados moralmente sob a alcunha de conhecimento dos nossos direitos constitucionais aos quais temos acesso rotineiro, soma-se uma esfera cíclica de enfáticas contribuições eletrônicas do "espionamento" maldoso dos algozes com os quais lutamos e os alimentamos seus egos com o subterfúgio da alcunha de "adversários". Leva-os a crer que são tão fortes quanto nós, em mística viagem astral que é a analogia do comportamento contingente da cultura com a simples imagem da projeção do ego em hipnose contrária praticada por mim, em técnicas estudadas criteriosamente na obra de Sigmund Freud que constituem nossos estudos pedagógicos na Universidade Federal do Paraná.
Se você está lendo este texto até o final, significa que interessa-se pela técnica da argumentação jurídica.
Faço notar que a verdade é notada pelos mais sábios. O problema é que nós não sabemos quem são os mais sábios. E todos são corruptíveis, em experiência própria minha da estrada de decepções com o caráter humano em confiar nas palavras meramente reproduzidas e abandonadas por aí aos estados mentais antagôncos do bom senso daqueles que tem interesse pedagógico em meus critérios subjetivos de análise e poder de minha lógica argumentativa no sentido mesmo, lato de meu conhecimento da subjetividade toda minha. Tenho algo de puro e cristalino que carrego e ensinarei à humanidade inteira em 5 idiomas que me acompanham também na elaboração de uma teoria de minha personalidade que seja consistente.
Obrigado pelo seu interesse, você é realmente, como dizem aquelas telas todas o que dizem de você...
Arte final

Anderson Carlos Maciel

Bacharel e Licenciado em Filosofia

Pós-graduando em Sociologia Política.

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