terça-feira, 9 de agosto de 2016

Fonte



Em tua fronte
Em tua frente
Em teu semblante
Em teu presente
Em tua mão
Em minha semente
Em meus pesadelos
Em

Em toda parte
Selos

Sonatas do desvelo
Ontem

Pois podeis sê-lo
Podem
Querem, desejam

Estrelas
Na mão
Pintam no muro
Para ter ao alcance da câmera
Da porca TV.

Resfolegam silêncios...
Quais vaga-lumes
ancestrais
De minha pena
sensível
tão
só poema estéril

Anderson Carlos Maciel

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