sexta-feira, 9 de setembro de 2016



para mim
Minguante semblante.

Qual
Carnaval
Em mal
Carnal
Se inscreve

Ao léu
O fel
Radioativo?

Ativos, passivos...
Criminais

Constituição não lida
É discutida
Em seus quintais virtuais

Não desmereço
O que desconheço
E nem quero conhecer

Apenas brinco
Com cinco
Ou seis
De vocês
Sem tés
Rés
Ou bairro Mercês

Caminhando só
Solitário
Contemplando.

O que há de errado no mando
Se o pranto
Tanto
Que ando chorando
Ela não vai conhecer

Tuas teorias
Eu analisei
Sem o mesmo impacto
Que pacto
Fantasmagórico
Mais que teórico
Ou luto
Valor
Virtude
Aedo açude
Sombrio valor
Senhor do espaço
Qual aço
E calor...

Vitimizar serotonina
Que remedia a sina
Da argentina
Que desejava conhecer?

O chile acabava
Com Neruda
Ou a boca muda
Que transmuda
A luta
Brasileira
Intelectual
Genuíno
Que se elenca
Às pencas
De não-ser?

Pois todos se apaixonam
Por olhos alegóricos
Que se tornam
Fantasmagóricos
Ao som do amanhecer.

Enlevo teu senso crítico
Até minha liberdade psiquiátrica
Supor
O titulo que carrego
Filósofo
Intelectual
Astral
Em teu viver.

Edite-me

Gosto.

Anderson Carlos Maciel

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