terça-feira, 13 de setembro de 2016


para mim
Não contentamento

A luz que te seduz aos olhos do pus
Não fui eu ontem o que experimentou
Rota do hemisfério da dor solene


Trevas

Elas sugam, matizes escarlates
Luas negras não Africanas
Mas cinzas de sonhos
                De joelho ao pé da cama, lágrimas.



Norma da felicidade

Sempre, tormenta aguda
Muda e inunda funda e rotunda
Panela da discórdia


Sentimentos vulgares, apenas

Quais semblantes das penas?
Se dileto gosto o Hai Kai poema?
A cena revindica a forma Iracema.


Ferida Argentina

Ladra a metáfora que voa
Alado poema, rumo norte
A baba que voa acerta o ângulo
                            Miercoles sul do ego Latino.



Anderson Carlos Maciel

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