sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Regras sensoriais




Não viva
Não seiva
Não leia
Não escreva

Vão
Verbo
Velado

Vilas e vielas, veias
Do meu passado.

Veria quão retesado
O augúrio de ser conquistado
Enleva meu ser
Por cantar
Cantar

Eternas as linhas
E versos
Eternos, por conseguinte

Que auspícios de economia
Que regras, que orgias
Que História
Que Filosofia?
Abstrai-se ao aposento
(Oráculo de Apolo)
Moral, Ética e Missão terrena

Gente nunca serena,
Metem
Os pés pelas mãos

E contam aos quatro ventos
De suas paredes em festa.

Reverbero léxico
Energético, sórdido
Que resulta, catapulta,
Risonho
Aos inconscientes que me assaltam
Asfaltarão o sonho
Com o nexo do sexo
In-sábios.

Loucos

Sem razão
(Brasileiros)
Anderson Carlos Maciel




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