segunda-feira, 29 de maio de 2017

Feira (Roupas novas)


Diante
De luzidia aurora, tão!
Canora instituída palpitação
Férrica,
Destarte pão.

Fico,
Não vou, não vão.

Sonho o sonho
De creme, de nata,
De isopor.

Do valor da narração.

Pois investido estou
De pruridos
Garridos dos mesmos grous
Funestos

Ensino, o destino aqui...

O patamar reluz
E luz
O puz em lava
Que lava a costa em brasa
Dos mesmos versos
Rastejantes
Da outrora canora
Literatura brasileira.

Sobre a qual eu não sei.

Há tempos o locatário
Revisita o armário
Repleto de petecas, doces,
Trouxinhas, luzes, refrões,
E olhares.

Revistas de sacanagem, enfim.

Indiferente, ou feliz,
Se assim me quis

Fui
Teu, (livro)

Anderson Carlos Maciel

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