sexta-feira, 12 de outubro de 2012



Uma mulher com um guarda-chuva rosa. Um tedéu. Um homem com cara de bravo e cheirando a cigarro. Uma moça que não parava de ler. Quedele Débora? A Débora morreu. Outro tedéu. Um bugio passou nos pés deles. Mais um gritedo. E a Débora apareceu. De supetão, toda contente, porque tinha ganhado um beijo. Passava as mãos no rosto. Todos emudeceram com cara de tacho; e a estalactite, estralou!

 De Mara Paulina Arruda.

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