Uma mulher com um guarda-chuva rosa. Um tedéu. Um homem com
cara de bravo e cheirando a cigarro. Uma moça que não parava de ler. Quedele
Débora? A Débora morreu. Outro tedéu. Um bugio passou nos pés deles. Mais um
gritedo. E a Débora apareceu. De supetão, toda contente, porque tinha ganhado
um beijo. Passava as mãos no rosto. Todos emudeceram com cara de tacho; e a
estalactite, estralou!
De Mara Paulina Arruda.
Nenhum comentário:
Postar um comentário