Mostrando postagens com marcador adriana zapparoli. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador adriana zapparoli. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

se vê tanto espírito no feto e nenhum no marginal ... e para ele faz frio nas campinas. e eu ouço quase... nada ! ?
Adriana ZApparoli

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

diário de uma feminista-bland.

ao primeiro sinal de machismo alheio, independentemente do gênero desse ser humano, e caso não queira entrar em um embate com ele, apenas se afaste. sim, afaste-se de machistas porque essas pessoas são tóxicas. são vampiros... não perca seu tempo com sentimento de vitimização, o qual mais me parece uma maneira efetiva e prática de auto-ódio. se está sem força, busque sempre a presença de seres humanos mais transparentes, fortalecidos, que já se libertaram e/ou se engajaram na causa contra o machismo ... no limite, aqueles que estão tentando ao menos.

de qualquer maneira, só não me diga que não percebeu os sinais machistas em alguém. porque se olhar com a razão verá os traços bipolares nas entrelinhas indecisas que são inerentes aos machistas ...
partindo do pressuposto da exclusão social pré-estabelecida, o feminismo é um movimento que visa a tentativa de inclusão social igualitária para os gêneros; com base nesse conceito, torna-se falacioso dizer que o movimento exclui os homens porque por si o projeto busca resoluções que, de algum modo, obstrui ainda mais negativamente a vida das mulheres se comparadas aos homens. mais nada. e isso não deve doer em ninguém.


a literatura é a-gênero. então, eu pergunto, por que ainda em janeiro de 2017 se vê alguns encontros poéticos onde a programação é formada e constituída somente por homens como convidados para participação, digo, como atração do evento? são as "afinidades" ou onde foi que eu me perdi?


Adriana Zapparoli

5 de janeiro às 14:23 · São Paulo ·



- das pérolas em rótulas as patelas que fixam diamantes. nossas caminhadas humanas , ás vezes, são rotas púrpuras ...

Adriana Zapparoli

Adriana Zapparoli

não me concentro em julgar a pessoa. o que eu devo me perguntar, sempre na terceira pessoa, é: - dri, você ri com essa pessoa? - você se sente bem com essa pessoa aí, dri? ...

sou assim. os outros não me interessam como selecionam.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

- ele traz o brinquedo. quer que eu jogue. ele corre pra buscar...engraçada a dinâmica. eu não entendo isso muito bem.

Adriana Zapparoli

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Adriana Zapparoli 

- é cedo. enquanto a lama-mariana avança em ataranto de catástrofes aos recifes de abrolhos...

domingo, 4 de outubro de 2015



ratos alados destilam seus modos, comungam seus poros e outras migalhas. ratos alados sobrevoam antepostos e antepastos em pastos de rúculas regados em pingos de chuva e gotas de álcool destilado... ratos alados escolhem suas capas, suas caças e outras carcaças pelo ruído da máquina a vapor ... são hematófagos, emoldurados de corpos. de olhares perfeitos. são zumbis em estro, são mamíferos indefesos apreciando as gotas de afago e bolor...---
E as poesias?
não sou poeta só foi prosa de nuvem . O vento levou
Fim da conversa no bate-papo


Adriana Zapparoli

sábado, 3 de outubro de 2015


tropeça em belezas raras, fardas de lamas em sorteios de caminhos. são sorteios alheios, sorteios convexos, sorteios em ecos de gritos de alegria perdida em algum canto australo piteco. alienado de uma conversa, anelando a batida entre o prego e o martelo. ali estava ela. sem presença de espirito, comendo figos e trazendo um manto sobre o peso de ávidas mentiras de seu livre arbítrio. cavalgadura e amalgama de instantes itinerante, de brinco de princesa. olhando pelas alas niveladas de antúrios turquesas, os seus urros eram camuflados entre os morcegos. morcegos em blood mary, morcegos em nirvana, morcego envolto em marmelo e doces abaulados em ariranhas e um marzipã de sex shop, de body stocking sexy, plug em silicone... eram imagens lineares entre chicotes e sandálias, era poli dance entre ventiladores de teto e era ela: uma tulipa disfarçada para um garoto de programa.

palavras de  adriana zapparoli

domingo, 6 de setembro de 2015

Adriana Zapparoli


era um tumor vesiculoso em formato de saco. cisto e seus fâneros (tipo dentes, unhas e cabelos) animalaços entre o fígado e o pulmão. um cisto salmão de ovário amoníaco, ou um cisto sebáceo encerrando em cissuras, na rotura de um amor de proeminências ósseas, do tornozelo, do sentir... 
saudade. e essa dor ceifando.

ceifando.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

por braços - essas armadilhas - em flores


por braços - essas armadilhas - em flores
- enquanto observa as mesuras entre os restos de cicuta e os talos abstratos de abrasivos, anti-histamínicos, insulfilm - testemunha de fotografias, as palavras - da rainha - não se regurgitam... enquanto espera em tinta o anticorrosivo diluir das cascas as feridas, das carapaças a quitina, das armadilhas as maravilhas -de-forquilhas, completa mais um cadinho com estricnina: - é um processo abortivo de rotinas, por sentimentos que não se concretizam ...
e então, transborda a guerrilha pela fé em superfície, pela planta-bandarilha de seus pés, em retinas aluadas... por braços - essas armadilhas - em flores- tatuadas - por seu amor ...


 Adriana Zapparoli



quinta-feira, 4 de junho de 2015

Adriana Zapparoli


das lesmas em coprofilia, não se via nenhum orifício, e se quando via, as larvas (amiúde) e estilizadas de bandas, e segmentos sobre a cabeça que mais pareciam um pedaço de carne, em osso, putrefato... as lesmas... são olhos.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

e leio as costuras e os plissados de um murmúrio de corpos mutilados com o punho, com a espátula, de onde sai a serpente... por toda esta fala embromada, por todas as mentes alienadas, o humo é o que escava o sopro da serpente ... os musgos e as flores aquáticas ... e
debaixo do ossos, seu olhar e a dureza úmida da distância...


(adriana_zapparoli)

sábado, 23 de maio de 2015

y los ipês - ya estaban - más amarillos... de los perros, las patas más ligeras; el corazón más tardío. y el bordillo, en la calle, más limpio... una vez más....
***
e os ipês - já estavam - mais amarelos... dos cachorros, as patas mais ligeiras; o coração mais tardio, e o meio fio, na rua, mais limpo... uma vez mais...

(adriana_zapparoli)

sábado, 4 de abril de 2015

Adriana Zapparoli

- eu não quero ser homem... quero apenas os mesmos direitos deles de ir e vir... eu sei que é difícil. porque nem todas as mulheres pensam assim... muitas mulheres ainda pensam que existem coisas que são para homens e coisas que são para mulheres... elas pensam. dificultando ainda mais o reconhecimento dos mesmos direitos.Negros e gays já conseguiram muito mais em direitos do que a mulher. mas acontece que entre eles há fluxo único. o influxo [refluxo?] entre as mulheres é um dos principais detonadores do movimento ...essa falta de um denominador comum. alinhamento de idéias e ideais. eu sinto assim

domingo, 15 de fevereiro de 2015

un monólogo entrecortado de pura rutina. desde luego no és fácil renunciar a reflexos y caligramas condicionados,corpulentos y castaños... ni reconocer palabras de la arcilla blanca... pero en el trópico azul-tinta-brillante la noche cae bruscamente. y las rachas de viento, en el pozo de la granja-amarula, nunca hablan de las cosas clausuradas, ni las últimas babas, de la noche y ni acerca de un hijo bastardo en vestigios zoológicos , son zoogramas inhóspitas y ....en el rastro, el collar de perro blanco, huesos, en zanja de la desgracia.

Adriana Zapparoli

sábado, 31 de janeiro de 2015

- pessoas sem conteúdo, um não sei que em olhar obtuso, onde o manifesto e o assunto de perplexidade da vez - não é o personagem ou o trabalho- é a bunda da atriz que anualmente, mais ou menos, exibi em rede nacional: esperar o que num país machista e misoginista?ai que preguiça...


Adriana Zaparolli 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

são 5 segundos para abafar toda semente no cio. são 5 segundos, em um segundo, para afiar a moleira no fio. são cinco segundos para estripar da foice o cabelo em cútis e o seu arrepio (tão) óbice-cúmplice... são 5 segundos para não surgir com o mesmo olhar de um pássaro imbecil. são 5 segundos para pingar a língua em fastio-febril e o estado cálice-ápice em calafrio ..
são os cuspes ... os seus. por um estado "mutis" em dia gris.

Adriana  Zapparoli

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

então, eu penso naquele "brujo tímido", penso naquele médico-monstro (em um dos papéis de John Malkovich, sabe?) , naquele mestre sadomasoquista, naquele deus-(quase grego)-uzona-meu-querido, naquele "bebé de pecho-hombre araña"; ... em meu pai, naquele dia fatídico, entre os sinos e ... os cataventos...
e tudo gira... e perco alguns sonhos quando acordo triste.
e eu acredito que: - viver é muito mais que isso.
então, eu peço perdão a mim
mesma.


Adriana  Zapparoli