sábado, 4 de maio de 2013


O que sobrou das árvores são longos troncos destronados por motosserras, plantados na planície bruta de concreto. Elisa Bracher reelabora uma estética nua e crua, ampliando as reflexões da coexistência na arena da cidade. São colunas, torres e espigões que acentuam a dramaticidade espacial das formas e volumes no caminho da afetividade. Vínculos, relações e tensões na intensidade esmaecidade do tempo, persistência do movimento, encontro...

 [Josealoisebahiabhzmg: Mar2013]

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