O que sobrou das árvores são longos troncos destronados por
motosserras, plantados na planície bruta de concreto. Elisa Bracher reelabora
uma estética nua e crua, ampliando as reflexões da coexistência na arena da
cidade. São colunas, torres e espigões que acentuam a dramaticidade espacial das
formas e volumes no caminho da afetividade. Vínculos, relações e tensões na
intensidade esmaecidade do tempo, persistência do movimento, encontro...
[Josealoisebahiabhzmg: Mar2013]
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