sexta-feira, 12 de outubro de 2012


Concede-me, Senhor, a graça de ser boa,
De ser o coração singelo que perdoa,
A solícita mão que espalha, sem medidas,
Estrelas pela noite escura de outras vidas
E tira d’alma alheia o espinho que magoa.

Helena Kolody  
 
(Paisagem Interior, 1941)

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