quarta-feira, 10 de julho de 2013

Penetro nas camadas mais íntimas,
visto-me de solidão, habito sortilégios.
Não desprezo nada do que vejo
e todas as coisas influenciam o incerto destino.
Desafio convenções sociais, converso com a lua
e me alimento de sensações invisíveis.
Sonho que tudo não passa de um sonho
e vago nos quatro cantos do imaginário.
 

(Antonio Nahud)

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