Suspeito de tudo o que é objetivo demais:
aulas, diagnósticos, decretos, resultados, provas...Ah, aquela frase que sempre
me torturava: atingir os objetivos. Não sou atiradora com alvos precisos.
Minhas flechas ensaiam curvas de pesquisa e afetam os subjetivos. Esta é minha
autopoiésis (viva Maturana!)existencial que vai se auto-organizando no caminho,
gerundianamente, conforme a surpresa do momento. Mas, por que estou escrevendo
isto? Será uma percepção "maradigmática" do mundo? Que o santo, orixá
ou o leitor do momento, expliquem...
Glória Kirinus
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