sábado, 11 de janeiro de 2014

Poema Protesto ao Nonsense que Impera nos Gabinetes




Quem nasceu para "Cândido"
Nunca chega a "Nicolau"
Nem tem alma de “Joaquim”
Melhor um novo “Relevo”
Um “Coyote” belo a uivar
“Bólide” a rasgar cabeças
Que as linhas tendenciosas
Que "Cândido" quer costurar
Na memória de um lugar


Bárbara Lia*

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