Todos os dias
tudo desarrumado.
Todos os dias
arrumando tudo.
Todos os dias
o sono – a morte,
acordar – a sorte.
Todos os dias
jogo tranquilo,
destruição
e harmonia.
Todos os dias
o roteiro. Sol
irrompendo
no vai e vem
rotineiro.
Todos os dias
sombras
indo, vindo.
Noites descendo
Todos os dias
tempo/ eternidade
lançados na poeira
Leda Miranda Hühne
Natalense, escritora, autora de Brasilaçu.
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