terça-feira, 26 de março de 2013



Adriana Zapparoli

há um jeito único. há um entendimento, quase rude, no infinito do sentido comprimido em tom de nude: em aluminato de triciclo, no fusco do buraco e no ato de uma cárie profunda. é feito músculo em cabeça oriunda de lata por onde escapa o cefalópode, os seus ofídios e seus anelídeos, pintados em tom de ocre.... é no ocelo, em acre, que desapercebe um talento. no doce de leite e no milho. porque a nata é o cárcere nato para quem procura algo dentro de um cachimbo de vidro, são flores em ânus, queimando os beiços, arrancando aréolas de seios em dentes,
imprecisos ... são podres argumentos de encontros trigueiros.

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