sábado, 14 de dezembro de 2013

A noturna túnica com brocados de labaredas envolta nos espigões pelas extensões que alcançam as vistas do anônimo entristecido por jamais ter sido contemplado pelo engodo a que se chama estética da arte ou seu mercado.

Porém, no filme de Glauber, algo de Riobaldo mira pelos nervos óticos do falso fauno Clóvis Bornai, igual ao Lorde Cigano, gralha da Ilha de Huxley, que denuncia a proliferação excessiva da mídia televisiva, no resultado de manter o controle remoto das intenções de voto.



Ricardo Pozzo

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