quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O aquecedor no canto do quarto lança seu olhar de abandono. Nem ligo, jogo um vestido de verão por cima dele. Súbito, margaridas do estampado perfumam o ambiente. O dia me pede faxina, mas eu amanheci pronta para a escrita. Consultarei as margaridas do vestido folha a folha – escrita, faxina, escrita, faxina, escrita, faxin ... Tudo bem, eu obedeço, mas nunca mais consultarei margaridas de tecido. As naturais são mais sábias... Bom dia queridos leitores, amigos, família de perto e de longe.

Glória Kirinus

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