Ele é a invenção de toda ciência.
O desprendimento do passado.
O futuro aberto, mas arraigado.
A concessão de amar sem prudência.
Ele é o corpo, o vazio, a consciência.
A porta dos séculos, fechado.
Aberto ele ressoa, se amado,
Que o amor é sua promessa, em essência.
Ele é, foi, e ficará para sempre.
Basta o toque do abismo nos ossos
E, então, sua vasta paixão se cumpre.
Suas visões, seus voos, seus acessos,
E também o seu medo, seu entre –
Ser, que esta na paz, e esta nos destroços.
Felipe Stefani
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