Amo a casa à sombra da noite,
mais nua ausência;
hora de ouvir o que ninguém diz.
Não tenho imagem.
Tudo regressou
à calma geológica.
Descortino-me à janela,
onde sopra a brisa,
último vestígio de Deus.
Roberta Tostes Daniel
Um comentário:
Anônimo
disse...
Profundidade psicológica torneada de imagens concretas. Gostei da forma e da constância. Imagino que para contornar a ausência devamos fazer amigos, através da beleza de nossa produção cultural histórica para a humanidade.
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Profundidade psicológica torneada de imagens concretas. Gostei da forma e da constância. Imagino que para contornar a ausência devamos fazer amigos, através da beleza de nossa produção cultural histórica para a humanidade.
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