sábado, 6 de abril de 2013

O homem de vestido



Chorava no meio da praça querendo corda
uma girada no tambor e uma bala senhora
dizia à velinha curvada pelo tempo

de litros completava as artérias vazias
chorava no meio da praça querendo um nó
dessa vez bem dado pela ausente apatia

batom vermelho sob a barba
puta ou puto e sim violado até sangrar
chorava na praça desdenhando a sina

Uma corda!
Uma bala!
Um Nó!

Por favor...

Redson Vitorino

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