Chorava no meio da praça querendo corda
uma girada no tambor e uma bala senhora
dizia à velinha curvada pelo tempo
de litros completava as artérias vazias
chorava no meio da praça querendo um nó
dessa vez bem dado pela ausente apatia
batom vermelho sob a barba
puta ou puto e sim violado até sangrar
chorava na praça desdenhando a sina
Uma corda!
Uma bala!
Um Nó!
Por favor...
Redson Vitorino
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