"A morte desmonta relógios. A cada dia, a cada hora,
mundo afora, por onde passa. Relógios-pássaros atravessados por dardos –
ponteiros -- certeiros – em pleno vôo. Relógios-leões com vastos minutos de
juba, nuvens-relógios que brisam um só segundo”.
(Antonio Moura)
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