domingo, 7 de abril de 2013



"A morte desmonta relógios. A cada dia, a cada hora, mundo afora, por onde passa. Relógios-pássaros atravessados por dardos – ponteiros -- certeiros – em pleno vôo. Relógios-leões com vastos minutos de juba, nuvens-relógios que brisam um só segundo”.

 (Antonio Moura)

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