“Nunca buscamos as
coisas / mas sim a busca das coisas. / O rei está rodeado de gente / que não
pensa senão em divertir o rei / e impedi-lo de pensar em si mesmo. / Com o
coração oco / e cheio de imundície / corremos despreocupados / para o abismo /
-- o último ato, / sempre sangrento, por mais belo / que tenha sido o resto da
comédia.
(Antonio Moura)
Nenhum comentário:
Postar um comentário