Um novo fim
de ano, um fim
em si mesmo:
chegar
e ultrapassar
marinas.
Depois de tudo,
que tudo
foi deixando
desveladas
correntezas
para aportar
de novo no fim
de nenhum início
fundo,
o leme
ancorado na sorte,
avante e ao norte
a deslindar,
ou 365 vezes
sonhar.
Roberta Tostes Daniel
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