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quinta-feira, 2 de março de 2017

Quando as palavras bastavam
O sonho era encantado.
Podia ser princesa, cinderela.
Ou mais um esfomeado de olho na panela!
Quando as palavras bastavam e o sonho existia...
Num instante nascia poesia.
Com rimas soltas, as palavras voavam.
Orgulhosas, por carinhos envoltas.
Quando escrevia poesia os versos bastavam.
Hoje não mais.
Amanhã?
Quem sabe.
Ou talvez nunca mais!
AK

sábado, 7 de janeiro de 2017

Pegue seu casaco colorido. ,
Não faz sentido você parar por aí.
Abra janela, escancare a porta
Saia!
Vá viver e sorrir.
Plante uma árvore frondosa
Plante cravos, plante rosas.
Plante sorrisos também.
Você é livre, irá ficar muito bem.
Não deixe que os pesadelos da vida te consuma.
Pense em você!
Se assuma.
Se não te aceitarem...
Mande a merda.
Faça do seu mundo um mundo livre.
Corra riscos,
Não entre em crise.
Faça tudo para ser feliz.
E quando um dia ou outro for escuro.
Fale, cante,ame.
Salte o muro das desilusões,
Seja importante.
Lute um pouco neste mundo louco.

Arlete Klens

domingo, 6 de novembro de 2016

E quando a saudade pega a estrada e retorna ao lar.
A noite entristecida teima em não dormir.
A lembrança se aconchega nesta poesia inacabada.
Nestes versos sem rimas,
Nesta insistência em não te esquecer.
Carrego nestes braços, feixes de recordações.
Que bailam através desta melodia que escuto.
São apenas palavras, estas que te dedico.
Talvez eu tenha sonhado e não esquecido.
Sim!
Talvez tenha sonhado que um dia amei .
Então me agarro nestas recordações.
Visto meu melhor sorriso e atravesso o mundo.
Retorno para estes sonhos,
Onde é possivel viver tudo outra vez.

Arlete Klens

sábado, 28 de fevereiro de 2015

(terceira poesia )


Sem titulo sem tradução
Vadia alma,
Esta minha.
Dança sorri rodopia.
Alma minha !
E assim...
Sem fazer nada, cria.
Sente graça da desgraça
que vê passar.
E mesmo assim...
Vive feliz dia após dia!


Arlete KLENS

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

UM ANJO PRA ME CUIDAR


Então veio um anjo e disse-me:
Dorme que vou te cuidar!
Não tenhas medo de nada.
Eu vim aqui pra te olhar.
Os olhos dele eram negros.
A pele negra também!
De sua boca ouvi músicas.
Trombetas tocaram no além.
E em seus braços dormi.
E com o anjo sonhei.

Arlete Klens