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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Ostra





Sou como uma ostra que se esconde do mundo
e não se dividiu. Para você isto não existe.
Por ser egoísta, fico triste.

Por amar a si próprio, acha que o basta,
como um rio sem nascente de águas paradas
e sem vida, sozinho trava sua batalha.

Entrelaçou-me consigo. Eu, sem vida própria,
trancada em seu mundo, sufocada. Sobrevivo?!
Minha alma grita morrendo sufocada.

Alma que sofre! Não tem força! Guerra perdida!
Silencioso se foi. Você não percebeu o vazio que ficou
contido dentro de mim. Sufocou-me, impedindo-me de existir.

Eliza gregio


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

ESTRADA PERDIDA



Seu espinho uma vez mais alcançou meu coração
Sangrando os meus sonhos, eu caindo em prantos!
Eu sei que sou capaz e vou tentar uma vez mais.

Nunca vou desistir sempre vou seguir
Aprendi que ao cair, levantarei voando...
E acreditar que sou gente, voarei como uma aguia...

Eu Tranborndando! Um mar afogou minha alma.
Que mais uma vez vou me levantar, e voar sobre o mar.
Enquanto estiver folego, irei buscar o meus ideais.

Nesta guerra, vou em busca da minha vida
Meu eu dentro de mim se esconde, com medo...
Mais minha alma corajosa me implora! vai
Faz-me acreditar que e capaz

Assim vou seguindo uma vez mais
Em meus sonhos so me encontro em prantos
Meu coração magoado e sangrando, sobrevive!
E luto ate a ultima gota, a procura da minha estrada perdida.


Eliza Gregio

sábado, 21 de outubro de 2017

SÚPLICAS



Moribunda está em seu leito
sobre os lençóis alvos como lírios.
Confundida, sua pele sem vida,
suas dores misturadas às lágrimas
que doíam em minha alma.

Em sussurro sua alma grita
naquele corpo quase sem vida.
Sua boca sussurrava sem forças.
Olhar triste a refletia parecendo criança,
cuja esperança perdeu no tempo
a súplica da sua alma por vida.


Eliza Gregio