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sábado, 20 de fevereiro de 2016

'Ainda vão me matar na rua
quando descobrirem principalmente,
que faço parte dessa gente
que pensa que a rua
é a parte principal da cidade'
pl
* Boris era um gato que tinha RG.
Morava no Largo da Ordem há anos e era tratado como pop star.
Uma vez sumiu. Ficou semanas desaparecido, fonte segura denunciou seu sesquestro por alguém, voltou Bóris todo estropiado à sua origem.
Jovem não era, pois essa história mesmo tem mais de cinco anos.
Mas duma elegância!
Lei do mais forte, um cão o atacou.
Passava parte do dia sereno, tipo 'gato de armazém', outra parte, sol posto,
nos becos e telhados em busca de aventuras.
Viveu muito intensamente o bichano considerado 'Gato Mauriçola' pelo Black, outro ser da rua que também já se foi,


Lina Faria

sábado, 14 de novembro de 2015

















'Aline', sai daqui porque você fotografou a pensão e o pessoal ficou 'nervoso'.
Foi essa a foto que tirei, mostro na câmera. Ali não é pensão.
Hã... mostra ali pros bró?
Ah, mas se eles estão nervosos...
Nada, eu falei que você é minha amiga,
Chama eles, sugiro.
Chegam perto e, de boa, nem olham o visor.
Dizem me conhecer.
Não abuso, sei que a 'farinha' os exaltam e a falta de pedra cria comportamentos nem sempre amistosos.
Essa hora é mesmo crítica.
Estava com a câmera nessa sexta 13, rsrss, porque levei meu neto muito cedo à escola e na volta fiz o trajeto da Augusto Stellfeld para fotografar determinada casa.
Esse moço que puxou papo me conhece como muitos outros.
Mas, até por proteção, quis me apresentar.
Tenho menos medo dessa região onde o público é doente, que a do São Francisco onde os assaltos a pedestres são organizados,


Curitiba – PR

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Penso sobre o que é Liberdade.


Pra mim é falar, ver, comentar a vida
como ela se apresenta, oras!
Ah, e respeitar a liberdade do outro, principalmente!

Lina faria 

sábado, 3 de outubro de 2015

sábado, 1 de agosto de 2015


Mulheres, na real, se odeiam, viu?
Como são "as mulheres de verdade"?
As que vão para o céu? As que "colocam os homens na linha"?
Não, porque "mulher de mentira" vai a qualquer lugar.
Gente, que preconceito brabo!
Ou se é aristocrata, certinha, "pra casar", ou Messalina?
Vixe.
Alô, vitorianos, parem de ser jacu e cruéis ao mesmo tempo!

Tô fora.

Lina Faria

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Cabra de bode, rsrsr...
Como já disse, de bode com a fotografia e comigo,
claro que fotografei o céu malhado de ontem.
Dava tchau ao outono.


Lina faria

terça-feira, 16 de junho de 2015

Janela Vampira


A casa de Dalton Trivisan, tal como ele, inspira mistério e perversão. Cinza, num clássico estilo curitibano dos anos 30, 40, fica numa esquina, quase no meio da rua.
Ao mesmo tempo, intrigante e ameaçadora, sedutora e repelente.
Porém, não invisível com há de querer nosso mítico e arisco escritor. A casa, implantada alinhada à rua, não tem nehuma porta voltada diretamente prar ela.
Aliás, as grandes janelas das fachadas estão sempre fechadas.
Uma delas, voltada para a Amintas de Barros, tem só a enorme esquadria, denunciando que ali houve uma janela.
Como uma boca amordaçada, a Anastácia das janelas foi bloqueada por tijolos e alvenaria, sugerindo emparedar coisas inconfessáveis à luz do dia.
A alcova do vampiro, por detras de uma janela cega, mesmo escondida e surda, sugere sacanagens ruidosas às polaquinhas e moreninhas assanhadas da cidade.
Assim vê-se os domínios de Dalton e sua janela vampira.
É essa a despaisagem que sugere a austera fachada cinza.
Dentro, numa penumbra intransponível, o leve cheiro de café e o ranzinza ensimesmado em histórias deliciosamente cáusticas para nos fartar.

Lina Faria

revista  Etc - Travessa dos Editores, nº8:



sábado, 16 de maio de 2015

Lina Faria

Que trovão e esse, vovó?
É a Marcha pra Cristo, Ernestinho.
Todos os anos, os vidros vibram numa intensidade absurda, certamente a manifestação mais ambientalmente impactante, da oficiais.

Há dois anos, vários vidros trincados.

domingo, 8 de março de 2015

Curitiba descorada, onde a capelinha do santo foi emparedada, o leitE quentE azedou, o chineque bolorou e sobrou um endereço eletrônico para digitar o resto da história.

Lina Faria

domingo, 11 de janeiro de 2015

Ah, a minha, a tua, a nossa São Francisco!
Como frequentadora que sou da rua há mais de três décadas, tenho a declarar que o espaço nunca esteve tão saudável, tão cosmopolita, tão feliz!
Despreparo à felicidade talvez seja o diagnostico à ação ocorrida ali.
Policia para quem precisa de policia, não para quem se ocupa em sanar seu entorno pelo simples ato de cidadania.
Onde frequento, com meu neto e amigos, não precisa de ações com balas de borracha e truculência gratuita.
Mais respeito!


Lina faria 

sábado, 10 de janeiro de 2015

Lina Faria

Tiros na São Francisco?
Puxa, que triste.
Sem romantismo, é claro que existe resistência ao novo, à alegria até, existe resistência.
Claro que o grupo dos não felizes existem e estão de plantão.
Que os traficantes que permeiam o entorno existem e têm que ser punidos,
Não é o barulho alegre da São Xico que incomoda a vizinhança.
È a incapacidade de ser feliz, mesmo.
E esse ruído interno só se agrava, quando desafiado pelo prazer.
Triste!

sábado, 20 de setembro de 2014

DAS CAVERNAS!

Lina Faria 

Funciona assim: moram na periferia ou nem lá.
Acumulam seu ‘patrimônio”, safra,, féria,
nos bueiros das ruas de Curitiba.
Ontem esses dois resolveram retirar a colheita de não sei quanto tempo.
Numa breve DR ( discussão de relação ), começam a retirar de dentro
do bueiro dezenas, centenas de latinhas de aluminio.
Impressionante, não parava mais de sair.
Mais e mais, logo um deles aborda a gari e lhe pergunta se tem um saco, um recipiente para juntar tudo aquilo.
Se chove? De nada adianta o espaço de escoar água pois ele estará cheio e de ressaca, log, logo, de novo!


quarta-feira, 10 de setembro de 2014


E a lua ontem, quem viu?
Eu, com trilha sonora dos sabiás da Tiradentes.
Mais tagarelas que eu esss pássaros da praça da matriz.
No silêncio da madrugada, então...
Andar só, na madrugada, é a sensação de que levarei uma facada a qualquer hora.
Preciso vencer essa sensação de ameaça, ai posso pensar em fotografar.
Gosto, até agora.
A madrugada é sincera.
Encontrei Tiagão, visse, Cabuquinho Finno?

Comi um croassã, iansã, ali na excelência, onde pra mim o sonho acabou. Morei no Eldorado e no Brasilino Moura, dois clássicos edificios da região, Conheço essa região na madrugada há mais de 30.

Lina Faria

domingo, 18 de maio de 2014

Vide bula:
Lua de Wesak: Quando Buda se iluminou, no dia de lua cheia no mês de maio, ele manteve o silêncio durante uma semana inteira.
Portanto, explicado qualquer siricotico...
Fácil delegar aos astros os acontecidos, mas, sinceramente, me descompenso com a lua cheia, essa em especial. Sou lunática, fazer o que?

sábado, 26 de abril de 2014