Poeta de mão cheia
E caneta vazia
Tinto seco de um lado
Tinta seca do outro
O que pastou, passou
Você é aquilo que rumina
Outro dia morri na quebrada
Virei pudim na velha esquina
Pra mim também já deu
Virei um verso inverso
Saudade das prosas do Thadeu
Fabio Elias