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sábado, 7 de janeiro de 2017

Mais vidas para o aprendizado.
Eu às vezes fico comigo pensando
Quantas perguntas existem ainda para mim sem respostas
Quando eu a noite olho para o infinito cheio de estrelas
Quanta coisa em meu pensamento nesta hora brota
Quando vejo uma favela
Sei muito bem que lá existe gente boa
Quantas crianças convivendo junto com a maldade
Mas eu sei que talvez, não estejam lá á toa
Quantas pessoas enganando o próximo
Mas quantas pessoas também a procura de crescimento
Quantos políticos mal intencionados
São tantas perguntas que me faço, mas sei que ainda estou muito longe do entendimento
Por isto eu peço á Deus
Que de algumas vidas ainda para este ser
Porque se eu morrer hoje e não mais voltar

Muita coisa deixarei de fazer.
Luiz Carlos Brizola

domingo, 1 de janeiro de 2017


Me de desmascarando:
Sou eu com todo meu rancor
Sou eu e não conseguindo perdoar meu pai e minha mãe
Sou eu com vontade de escrever
Este sou eu, podes crer.
Não sou aquele que vocês acham o tal
Pois esta confissão é após o natal,
Mas tenho o meu peito machucado
Mas com a minha confissão, posso para muitos ficar de lado.
Mas sou o que sou, e ponto final
Pois ninguém passou o que passei
Desde que nasci não foi amado
E só eu, disso sei...
Minha mãe prostituta era
Meu pai viciado em mulheres
Vim ao mundo por dois viventes errantes
E o amor por mim nunca tiveram, e eu já era.
Quem ira me julgar não sei
Mas a minha verdade é redundante
Ou tenha a minha história como verdadeira
Se não aceitarem, guardam em sua estante.

Luiz Carlos Brizola



sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A luta de um escritor.


Luiz Carlos Brizola

20 de novembro de 2014 ·


Nesta noite me encontro só
Pois estou sem sono
Parecendo que tenho algo importante para escrever
Mas não me vem a ideia e começa a me atacar o desanimo

Sinto que tenho algo para contar
Mas nem sei por onde começar
Mas vou enganando o tempo
Que de uma hora para outra que alguma coisa vai rolar

Começo a mexer no rádio
Para tentar achar umas músicas que talvez me traga alguma inspiração
Mas o que escuto é muitos evangélicos orando
O policial falando em prisão

Então vou à telinha
Só vejo filme que já assisti
Programas muito sem graça
É... Acho que vou dormir

Tem dia que nada sai
Mas uma coisa eu confesso
Pouco á pouco eu consegui
Segurar vocês, nestes pequenos versos.


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Até aonde vai a minha culpa.

Luiz Carlos Brizola



Eu às vezes me pergunto
Até aonde vai a minha culpa
De não ter dado o amor suficiente aos meus
Gostaria tanto de arrumar uma desculpa

Quando vejo alguns deles com atitudes erradas
Pois durante muito tempo eu estava enfiado em um bar
Bebendo e supostamente gozando á vida
Sem ao menos tentar deles me aproximar

Até aonde vai a minha culpa
Por ter esta doença maldita
Até aonde vai a minha culpa
Por favor, alguém me diga...