Mostrando postagens com marcador loriel santos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador loriel santos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Meus versos deitam-se em láios de esperança
E tuas palavras são ausência além dos tempos
Esquecido é o Amor de sua sina
Como vaga que carrega eternamente os pensamentos

Minha Dor é a mão no ombro da criança
E a criação toda aspira essa presença
Se me esqueço em poesias vãs de primaveras
Blasfemo na lembrança do santo mistério das quimeras

Como coisa odiada é a estiagem
Enquanto o oceano é movido em hora incerta
E está seguro que são os sinais lendo que desperta
O brotamento da catarse que ora encerra

Tanta vida que meu coração passante erra em delírio findo em poucas páginas
Ao tocar teu tato se pondo em guerra

Tuas cobertas são idealmente testamento de alegria
E sempre movido de qualquer encantamento
Onde jamais penetra sem razão o dia
Vejo tudo junto a ti motivo de poesia.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Estar Oceano
é sonho
em pôr a praia
divagando

a onda à navegar
profundo ao coral
do desengano

Estar sozinho
no Ocaso -
desfalecer sabendo
onde e quando

de porquê se vai nadando
aonde ia tanto e tanto

Loriel S Santos

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Jurei-me no espaço
da casa de barro
furtado da terra

Rubra vergonha
em face menina
do outro destino
ao seio fitar-me.

Loriel S Santos