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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

A revolta dos Deuses




Transbordo ôpera na espreita
Explosão nuclear, começo e fim
Medos, tsunami, violação do estante

Abro as cortinas e entulhos se sobrepõem
Transformações profundas sísmicas
Medos ,lágrimas e espanto

Já é tarde demais
Os deuses já despem os véus

Dora Dimolitsas

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Espelho




No espelho,
Contemplamos imagens que nos inspiram,
A lucidez da transcendência.

Aonde o ponderável nos conduz a fosforescência
Emanando a luz que condensa no horizonte o corpo celeste...

Bebemos as palavras do reconhecimento, pela ação e inspiração,atraímos o pensamento, na vibração pessoal

Dora Dimolitsas

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O Homem



Do cálice flui a vida,
Sangra a chaga do homem,

Na bandeja exposta no altar
A carne metaforizada

É servida em fatias pequenas,
Saciando a efêmera espera humana.

Do homem firme no madeiro
A chama viva afirma a eternidade.
Dora Dimolitsas


Na quietude de seu abraço,
Estranho silencio de mim
Descubro-me em ti,

Eu, e Você
Explodimos em um.

Dora Dimolitsas

A cólera




Pequeninos em seu desabrochar
Perdem suas raízes e tombam,
O eco do bag-bang deixa suas
Marcas sem piedade, sem solução.

O desabar dos pequenos corpos de realengo
Grita o trágico momento, a válvula sem escape
A Microcefalia formou a cólera da besta ferida.
Dora Dimolitsas

sábado, 29 de junho de 2019

O Homem


O Homem
Transforma o poder tenebroso,
e traz da profundidade o puro néctar
a sabedoria que irradia da consciência ,
ilumina, expande suas verdadeiras ,qualidades,
transforma os elementos que o nutre,

Ar, Terra, Fogo, e Água,

após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão.
É a síntese viva do mais profundo e do
mais elevado da escuridão e da luz,
do material e do imaterial,
das limitações, e individualidade,
da universalidade ilimitada,



Dora Doroty B J Dimolitsas


domingo, 14 de dezembro de 2014

Todos os dias na linha do tempo.
É uma busca pelo equilíbrio,
Sermos parceiros
Constituí um pequeno período
II
O Peso de nossas vitórias
De nossas construções.
Coletivas, ou individuais.
M arca um passo na escala temporal.
III
A busca pelo o amor é sal, é sol.
É um Navio, é terra é mundo.
È o presente, companheiro
Da grande parceria
Feliz natal a todos os meus amigos queridos.
Muito obrigada por todo companheirismos, amizade, e envolvimento em todo o meu trabalho, o qual é vida em minha vida.

 Dora Dimolitsas

domingo, 19 de setembro de 2010

A viola chora nas cordas de suas corada



Fala de amor, de mulher e da flor


Os salões lotados de belas sambistas,


Rosas espalhadas em cada canto


Desabrocham nas lembranças

Do passo a passo, e do compasso


Dora Dimolitsas

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Origem da flauta

Conta-se que a flauta foi inventada por Mercúrio, por que era muito solitário.

Conta-se também que foi atribuída a Atena que encontrando um osso oco de cervo,

conseguiu tirar do osso alegres sons.

A flauta era um dos principais instrumentos musicais dos antigos.

Apolo, seduzido pelo som melodioso que saía do rústico instrumento,

trocou com Mercúrio por uma vara de ouro,

E por conhecimentos sobre a arte da adivinhação.

A vara, na qual se enrosca duas serpentes, torna-se o Caduceu de Hermes,

que passa a ser um de seus elementos representativos.

Dora Dimolitsas

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Andei solitária nas ruas do mundo,
Vi-me refletida no espaço etéreo da luz
Como pássaro sem assas levitei,
Encantada e solitária caminho
Na visão do infinito
O planeta azul eu abracei...

Sou mulher alada,
Felina, e guerreira...
Solitária caminho

Ao encontro de minha memória astral
Minha química cósmica,
Reverencia o altar sagrado da luz


Dora Dimolitsas

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Apelo da natureza

Lamento de gaya
A natureza se mostra,
Doa beleza, flores, e frutos.
Fauna abundante,
Água farta, límpida, transparente...
Montanhas com belezas inigualáveis,
Mostrando sua exuberância
Em luminosos raios de luz.
Cede-se. Integramente
Para proveito do homem
Que lamentavelmente
Usam maquinas,queimam,agridem
Jogando detritos e explorando. Sangrando durante tanto tempo
A natureza trata suas feridas aberta
Como uma fênix, ergue-se forte
Resgatando-se do descaso humano.
Mostra sua força, ao se recompor,
Arrasta sem piedade, e na fúria da reconstrução
Faz seus filhos gemer,
A terra chora e lamenta pelo homem,
No dia do basta, a própria terra chora.

Dora Dimolitsas

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Labirinto

A imaginação viaja nos labirintos
Perdida em cada porta,”O Caus.”
Quebra e remove detritos.
Estabelece e reconstrói
Visualiza os horizontes,
A luz,Invade os compartimentos,
Objetivando caminhos

Dora Dimolitsas